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Dlog Café Brasil - 9/12/2007 9:38:00 - N° 16
         
    Dlog Café Brasil – VERGONHA DE SER BRASILEIRO    
   



DLOG? O QUE É DLOG?  

Blogs são páginas publicadas na rede, em sua maioria, por indivíduos que querem dividir com outros leitores suas reflexões. O nome vem de “web log”, “diário na web”. Blogs são reativos. São publicados e ficam lá, à espera dos visitantes.

 

Pensamos em criar um blog diferente, que fosse até os leitores de forma proativa. Um blog que chegasse por e-mail. Nasceu assim o “Delivery Blog”. Ou DLOG. O nome é ruim? Pode ser. Mas “Youtube” também é...

 

Periodicamente, você receberá o DLOG Café Brasil em sua caixa postal. Também poderá acompanhar todas as edições publicadas em www.lucianopires.com.br/dlog.  

 

O conteúdo do DLOG é o mesmo do Programa Café Brasil, que é produzido e apresentado semanalmente por Luciano Pires em algumas rádios do país e depois transformado em podcasts que você pode ouvir em www.lucianopires.com.br/cafebrasil/podcast.

 

O que estiver escrito ou mencionado aqui, pode ser ouvido lá. O programa de rádio tem o ritmo, o som e a emoção que a voz pode trazer. E o boletim traz as imagens, letras, biografias e links que a Internet proporciona. Um complementa o outro.

 

Rádio-Podcast-DLOG... Leia o DLOG. Baixe o podcast. Ouça o programa. Visite o site. Participe de uma inédita integração entre mídias. Deixe o Café Brasil envolver você!

 


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“Brasil? Fraude explica...” - Carlito Maia, publicitário mineiro

 

 

 

Bem-vindo ao DLOG Café Brasil. Hoje quero discutir um tema “cabeludo”. Vou tratar da vergonha de ser brasileiro. Nunca vi tanta gente falando mal do nosso país. Se até o povo começou a “entregar os pontos”, onde vamos parar?

 

Para relembrar aos brasileiros o valor do nosso país, trago uma parte musical com composições de Heitor Villa-Lobos, Antonio Nóbrega, Aldir Blanc, Maurício Tapajós, Tom Zé e Ana Carolina. 

 

Esta edição é baseada no programa de rádio que foi ao ar ao vivo e contou com a participação de ouvintes, falando de seu orgulho ou vergonha do Brasil. Clique Aqui e ouça o que seus compatriotas disseram acessando o podcast.

 

Espero que goste da edição, compartilhe suas opiniões e siga acompanhando o Programa Café Brasil pelo rádio ou podcast.

 

Boa leitura!

 

Luciano Pires


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Um Zé com Vergonha

 

 

Zé Roberto: com vergonha de “vestir a camisa”?

 

 

Para começar a discutir o tema da “Vergonha de ser Brasileiro”, recebi por e-mail uma carta atribuída ao jogador Zé Roberto, da seleção brasileira de futebol, que decidiu voltar para a Alemanha depois de jogar no Santos. Leia e reflita:

 

 

Por muitos anos, vivi com minha família na Alemanha e me identifiquei completamente com o país. A despeito de certos intolerantes e racistas, que são minoria, minha família se integrou totalmente ao modo de vida alemão.

 

Minhas filhas mal falam português e são totalmente fluentes em alemão. Para voltar ao Brasil, isto pesou muito. Queria que elas se sentissem, como me sentia, brasileiro. Queria que conhecessem o meu país, que falassem a minha língua nativa, queria mostrar o lado bom do Brasil, um pouco diferente daquilo que volta e meia aparece nos noticiários da TV alemã.

 

A tentativa foi em vão. Muito embora tenhamos ficado em uma cidade muito acima da média do padrão de vida brasileiro (Santos), os males que a assolam me parecem regra, não exceção na vida brasileira.

 

Todo o tempo que estivemos no Brasil, ainda que livres fisicamente, éramos reféns psicológicos. Assistir o noticiário televisivo alimentava ainda mais nossos medos. Por sorte, minhas filhas não entendem muito bem português. Se entendessem, descobririam um país em que o crime está por todos os lados: está nas escolas, está nas faculdades, está no Judiciário, está no Congresso e está até mesmo na família do presidente. Me ponho no lugar delas e penso como deve ter sido desagradável esta estadia no Brasil.

 

O que pensavam quando dizíamos que elas não podiam andar livremente nas ruas? O que pensavam quando dizia que era melhor não dizer às amigas que eram minhas filhas? Minhas filhas devem ter detestado o Brasil. Foi com muita alegria que receberam a notícia de que voltaríamos à Alemanha.

 

Batalhei a vida inteira para sair da pobreza e ter sucesso profissional. Hoje, a felicidade de minha família tem como pré-requisito afastá-la do Brasil. Por isto que, ainda que com tristeza, faço o melhor para elas. Aos meus fãs, muito obrigado. Ao Brasil, boa sorte.

 

 

Essa foi a carta do Zé Roberto. Forte, né? Pense o que quiser. Eu fiquei com um gosto amargo na boca...

 

Mas a carta do Zé Roberto tem um detalhe que muda a história. É falsa! O próprio Zé Roberto desmentiu que tenha escrito essa carta. Alguém escreveu, colocou seu nome e lançou na internet, que infelizmente aceita tudo.

 

Muito bem. Pois eu tenho voado um bocado, enfrentando o caos dos aeroportos. E quando chego aos destinos, as pessoas sempre me perguntam como foi o vôo. E eu respondo: “Foi bem. Só teve uma hora e meia de atraso!” Já assimilei o absurdo de atrasar nos aeroportos e acho que “só” uma hora e meia é lucro...

 

Se amanhã aparecer uma notícia dizendo que passageiros enfurecidos esquartejaram o piloto do avião, eu vou acreditar. Sabe por que? Porque é possível! E o que você acha de uma notícia dizendo que o Presidente da Câmara comprou um avião maior que o “Aerolula”? É possível. E se aparecer no jornal que os traficantes do Morro do Alemão, no Rio de Janeiro, estão usando tanques de guerra para combater a polícia, o que você achará? É possível!

 

Pois é... Passamos a acreditar em qualquer absurdo que for dito. E o simples fato de passar por nossas cabeças que um absurdo desses pode ser possível, mostra a que ponto chegamos no “Circo Brasil” do novo milênio!

 

Nenhum absurdo é tão absurdo que não possa ser possível. A manipulação das informações é tanta, que já não sabemos mais o que é verdade e o que é mentira. Nem mesmo em nossos valores ou convicções confiamos mais para definir o que é certo ou errado.

 

E assim, atitudes absurdas que algum tempo atrás eram absolutamente impossíveis, por imorais, não éticas, desumanas, burras ou preconceituosas, passam a ser – ao menos no imaginário das pessoas – possíveis. Tudo é possível! Por isso eu desconfio. De tudo.

 

 

 

Você Sabia?

 

O paulistano José Roberto da Silva Júnior alcançou o sucesso na Portuguesa, quando fez parte do time vice-campeão brasileiro de 1996. Depois de nove anos jogando no exterior, foi contratado pelo Santos. Mas ficou apenas 10 meses. Voltou para o clube alemão Bayer München. Essas e outras histórias você encontra em:

 

http://pt.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_Roberto_da_Silva_J%C3%BAnior

www.sambafoot.com/en/players/67_Ze_Roberto.html


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Tenho Orgulho da Música Brasileira

 

 

O maestro Barenboim é apaixonado pela música brasileira

 

 

Por mais que, atualmente, falem mal do Brasil, um ponto ainda está livre de críticas: a qualidade, criatividade e reconhecimento internacional da nossa música.

 

Quer um exemplo? Clique Aqui e ouça, no Programa Café Brasil, Daniel Barenboim ao piano interpretando as Bachianas Brasileiras No 5, de Heitor Villa-Lobos. Esta é apenas uma das 14 homenagens que o maestro argentino fez ao nosso país em seu disco Brazilian Rhapsody, lançado em 2000.

 

 

 

 

Você Sabia?

 

Há exatos 120 anos, nascia no bairro de Laranjeiras, na cidade do Rio de Janeiro, Heitor Villa-Lobos. O pai, funcionário da Biblioteca Nacional, tinha na música sua grande paixão. Acabou contagiando o filho. Até a sua morte, em 1959, Villa-Lobos compôs cerca de 1.000 obras e tornou-se um dos músicos brasileiros mais respeitados em todo o mundo. Essa e outras histórias você encontra em:

 

www.museuvillalobos.org.br

http://pt.wikipedia.org/wiki/Heitor_Villa-Lobos

www.danielbarenboim.com

www.youtube.com/watch?v=voOBtUAK2sg (Barenboim interpretando Tico-Tico no Fubá)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Nóbrega: brasileiro e nordestino com muito orgulho

 

 

Agora trago um grande exemplo da criatividade da nossa música: o pernambucano Antonio Nóbrega cantando Meu Foguete Brasileiro, canção que fez em parceria com Bráulio Tavares. O Brasil de Antonio Nóbrega é o país que eu quero pra nós!

 

 

Eu fiz um foguete de andar pelo espaço,

Igual um que eu vi pela televisão:

Não sei se era coisa da França ou Japão,

Mas basta ver gringo fazer, eu já faço!

Mandei buscar logo cem chapas de aço,

Latão, alumínio, ferro de soldar;

Dez mil arrebites para reforçar

A parte de fora da infra-estrutura:

Cem metros de longo, trinta de largura,

E dez de galope voando no ar.

 

Botei no foguete diversas antenas

Para captar raios infravermelhos.

Na parte de cima, um sistema de espelhos

Que amplia as imagens de estrelas pequenas.

Motores na popa que servem apenas

Pra tudo aquecer, e pra refrigerar.

Movidos a pura energia solar

Tem computadores, TVs virtuais:

Mil inteligências artificiais

Que cantam galope, voando no ar!

 

Maior do que tudo é a parte cargueira

Que leva produtos de exportação:

Tem saca de açúcar, tonel de carvão,

Baú de café, tora de madeira.

Tem pano de lenço, tem palha de esteira,

Xampu, querosene, bebida de bar,

Rede de dormir, colchão de deitar,

Cueca de seda, calcinha de renda...

Achando quem compre, não tem quem não venda,

Cantando galope e voando no ar!

 

Merece destaque o setor de varejo,

Com mercadorias de boa saída:

Barraca de praia, caixa de bebida,

Ganzá, cavaquinho, tantã, realejo...

Lagosta, siri, corda de caranguejo,

Tem carne de sol e tem frutos do mar;

Cordão de ceroula, produtos do lar,

Catálogo novo, preço de primeira:

Daqui do país, só não vendo a bandeira

Que vai hasteada, voando no ar...

 

Criei, no foguete, diversos setores:

Indústria, comércio, serviços, lazer.

Fazendas de soja pra dar de comer

Aos meus tripulantes e navegadores.

Conjuntos de vilas pros trabalhadores

E até “piscinão” com água do mar;

Meu grande foguete é obra sem-par,

Maior do que a china, melhor que o japão,

Tão belo de ver que parece o sertão

Cantando galope, e voando no ar...

 

Depois de sentado no meu tamborete,

Puxei a lavanca, pisei no pedal,

Subi pro espaço com força total,

Fazendo tremer o motor do foguete.

Passei bem por cima do Empire State,

Da Torre Eiffel, e do Palomar;

E vi pela tela se distanciar

A mancha azulada do nosso planeta...

Pensei: “minha nossa! aqui vai tonheta,

Cantando galope, e voando no ar!”

 

Fiz logo uma escala no chão marciano,

Vendi rapadura, comprei tungstênio,

Enchi os meus tanques de oxigênio,

Parti outra vez no começo do ano.

Passei por Saturno, passei por Urano,

Cheguei lá no fim do sistema solar;

Desci em Plutão, tomei banho de mar,

Botei gasolina comum e azul,

Segui com destino ao Cruzeiro do Sul,

Cantando galope e voando no ar!

 

Foi tanta viagem, foi tanta aventura,

Foi tanta demanda, foi tanta odisséia...

Eu posso jurar à distinta platéia

Que tudo isso foi a verdade mais pura.

Também teve um pouco de literatura,

História inventada para relaxar;

Mas eu que não minto não quero falar,

E o resto eu só conto aqui pra você

No próximo show, ou em outro CD,

Cantando galope e voando no ar...

 

 

Quer Ouvir a Música no Programa Café Brasil? Clique Aqui

 

 

 

Você Sabia?

 

Nascido no Recife, Antonio Nóbrega é violinista desde criança. Nos anos 60, integrou a Orquestra de Câmara da Paraíba e a Orquestra Sinfônica do Recife. A partir de 1976, começou a desenvolver uma arte própria, unindo dramaturgia, dança e música. Com Rosane Almeida, idealizou e dirige o Teatro e Escola Brincante, em São Paulo. Essa e outras histórias você encontra em:

 

www.antonionobrega.com.br

www.youtube.com/watch?v=b2ahZtenH-E&feature=related (Nóbrega no YouTube)


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O País do Futuro? Ou um País sem Futuro?

 

 

 

Vamos refletir mais um pouco sobre o nosso Brasil?

 

Aqui não temos diferenças de idiomas, religiões e culturas como em outros lugares, que acabam causando guerras civis e matanças. Somos um país só, com pequenas variações culturais e de idioma.

 

Aceitamos todas as religiões e raças. Não temos castas e somos unidos pela mesma história. Um país de irmãos, de gente de bem, bem-humorada, musical, colorida, alegre e feliz...

 

Mas não é essa a imagem que está sendo passada para os brasileirinhos que vêm por aí... Ligue a televisão hoje à noite nos telejornais. E você verá o Brasil que se constrói na cabeça dos nossos jovens: o país fracassado, dos ladrões, dos desvios, da incompetência, da injustiça. Um país sem futuro.

 

Pra onde estamos levando o Brasil? Eu não sei. Mas sei que não podemos deixar que nos manipulem, pregando o ódio, roubando, desrespeitando a nossa história e nossos esforços.

 

Quero o Brasil que ama, que canta, que constrói. O Brasil que é habitado por você, que não é ladrão, vigarista, desonesto e maldoso. O Brasil no qual eu cresci e que tem que voltar aos trilhos!


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Nossas Mulheres não Fogem à Luta

 

 

Quarteto em Cy: grandes divas da nossa música

 

 

Em 1978, em plena ditadura, as quatro garotas do “Quarteto em Cy” ousaram ao gravar a música Querelas do Brasil e batizar seu disco com o mesmo nome. Composta por Aldir Blanc e Maurício Tapajós, a canção alertava, há quase 30 anos, para as diferenças entre o nosso Brasil e um outro, chamado “Brazil”...

 

 

O Brazil não conhece o Brasil

O Brasil nunca foi o Brazil

Tapi, jabuti, liana, alamandra, alialaúde

Piau, ururau, aquiataúde

Piau, carioca, moreca, meganha

Jobim akarare e jobim açu

Oh, oh, oh

 

Pererê, câmara, gororô, olererê

Piriri, ratatá, karatê, olará

 

O Brazil não merece o Brasil

O Brazil tá matando o Brasil

Gereba, saci, caandra

Desmunhas, ariranha, aranha

Sertões, Guimarães, Bachianas, águas

E marionaíma, ariraribóia,

Na aura das mãos do jobim açu

Oh, oh, oh

 

Gererê, sarará, cururu, olerê

Ratatá, bafafá, sururu, olará

 

Do Brasil, SoS ao Brasil

Tinhorão, urutu, sucuri

O Jobim, sabiá, bem-te-vi

Cabuçu, cordovil, caxambi, olerê

Madureira, Olaria e Bangu, Olará

Cascadura, Água Santa, Pari, Olerê

Ipanema e Novo Iguaçu, Olará

Do Brasil SoS ao Brasil

Do Brasil SoS ao Brasil

 

 

Quer Ouvir a Música no Programa Café Brasil? Clique Aqui

 

 

 

Você Sabia?

 

O Quarteto em Cy foi batizado por Carlos Lira e Vinicius de Moraes. A inspiração foi fácil: o conjunto era formado pelas irmãs baianas Cylene, Cynara, Cyva e Cybele, que tentavam carreira no Rio de Janeiro. Desde 1980, o quarteto mantém a mesma formação, com Sonya no lugar de Cylene. Essa e outras histórias você encontra em:

 

www.quartetoemcy.com.br

www.youtube.com/watch?v=jqfuIArn8rY (Quarteto com Tom Jobim)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Seu Jorge e Ana Carolina: viva a nova MPB!

 

 

 

Agora trago “a trilha sonora” para estes tempos bicudos em que vivemos: Brasil Corrupção. A música foi composta por Ana Carolina e Tom Zé, um dos grandes mentores da Tropicália. A canção faz parte do disco Ana e Jorge, gravado ao vivo em 2005, em parceria com Seu Jorge.

 

 

Neste Brasil corrupção

pontapé bundão

puto saco de mau cheiro

do Acre ao Rio de Janeiro

Neste país de manda-chuvas

cheio de mãos e luvas

tem sempre alguém se dando bem

de São Paulo a Belém

Pego meu violão de guerra

pra responder essa sujeira

E como começo de caminho

quero a unimultiplicidade

onde cada homem é sozinho

a casa da humanidade

Não tenho nada na cabeça

a não ser o céu

não tenho nada por sapato

a não ser o passo

Neste país de pouca renda

senhoras costurando

pela injustiça vão rezando

da Bahia ao Espírito Santo

Brasília tem suas estradas

mas eu navego é noutras águas

E como começo de caminho

quero a unimultiplicidade

onde cada homem é sozinho

a casa da humanidade

 

 

Quer Ouvir a Música no Programa Café Brasil? Clique Aqui

 

 

 

Você Sabia?

 

Mineira de Juiz de Fora, Ana Carolina Sousa começou sua carreira cantando em bares da cidade. Apaixonada pela MPB, deixou o curso de Letras e partiu para o Rio de Janeiro, para tentar a sorte. Num show no Mistura Fina, acabou descoberta por Luciana de Moraes, filha de Vinicius. Essa e outras histórias você encontra em:

 

http://anacarolina.uol.com.br

http://pt.wikipedia.org/wiki/Ana_Carolina_(cantora)

www.youtube.com/watch?v=R41JPg_dTic (Ana lendo um manifesto sobre o Brasil)

www.tomze.com.br

www.seujorge.com


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“O Brasil é o último país feliz do mundo” - Franco Zefirelli, cineasta italiano

 

 

 

Para fechar o nosso DLOG, escolhi essa frase de Zefirelli. Foi dita em 1979, após o cineasta assistir ao carnaval no Rio de Janeiro. Nos tempos em que vivemos, penso que caberá a cada um de nós não deixar que – uns poucos – acabem com o nosso país e com a nossa felicidade.

 

Gostou? Não gostou? Quer ouvir e baixar este programa em podcast? Clique Aqui.

 

Para continuar recebendo o DLOG Café Brasil na sua caixa postal, cadastre o seu e-mail gratuitamente em www.lucianopires.com.br.

 

Mergulhe neste Cafezinho. Você ganhará uns minutos nutritivos... 

 

Até o próximo DLOG!

 

Luciano Pires

www.lucianopires.com.br

cafebrasil@lucianopires.com.br

 

 

 

Perdeu algum DLOG?

 

Clique e leia as edições anteriores:

 

15 - SIM OU NÃO?

14 - LETRAS DA MINHA EMOÇÃO

13 - SAUDADE DÓI

12 - ASA BRANCA

11 - DON FACUNDO

10 - COMPETÊNCIA ESPIRITUAL

09 - O DIA EM QUE O MORRO DESCER E NÃO FOR CARNAVAL

08 - DAS VANTAGENS DE SER BOBO

07 - DUAS ESPÉCIES DE EDUCAÇÃO

06 - DEIXA A VIDA ME LEVAR

05 - LIMITE DA TOLERÂNCIA

04 - BEM-HUMORADO

03 - A CERTEZA DA IGNORÂNCIA

02 - LOUCOS ESSENCIAIS

01 - CONECTIVIDADE 

 

 

 

 

 

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